Brincadeiras de viver
Nunca soube ser palhaça
Fazer da vida o doce encanto
E do espanto fatigante
O riso constante
Nunca soube ser palhaça
Deixar acontecer
Brincar com o compasso
Do jeito de se ser
Não brinquei com crianças
Não fiz que faz-de-conta
Não me fantasiei de outra
Tive sempre 50 anos
Antes mesmo de saber, que felizes eram os palhaços
Que brincavam por querer

Escrito por Carol Lopes às 21h29
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